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...Sabe-me bem beber à Amizade,
Saborear um suave travo de afeto,
Apontar um copo alegremente inquieto,
Na direcção de outro copo com a mesma vontade,
Encho o brinde com o melhor da sinceridade,
E bebo à saúde de um saciar completo,
À distância de meio copo discreto,
Que enche a outra metade,
Com sabor de Saudade!...
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Brinde, é um brinde para quem ler.
ResponderEliminarLer a poesia suave. Com sabor de amizade, de encontro, de lembrança, de saudade.
Obrigadooo pela critica !
ResponderEliminar::: Novo texto:http://joateba94.blogspot.com/2011/12/parou.html
No tim-tim solidário e amoroso, “Brinde...” tem a delicadeza do afeto da amizade em comunhão. O ritmo, rompendo com a sequência do meu cotidiano, envolve e encanta. Um gesto tão simples quanto essencial, como um abraço que abriga e conforta, no silêncio que permite a proximidade e o comprometimento com a felicidade que me toca.
ResponderEliminarUm carinho d’Alma. E a poesia acontece na partilha do cuidado e da celebração.
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Boa semana, A.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarBrindemos
ResponderEliminarde corpo inteiro